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Licença Creative Commons
A obra Vagabond of the Western World de Luciana Alves Bonfim foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não-Comercial - Obras Derivadas Proibidas 3.0 Não Adaptada.
Com base na obra disponível em dontfearthereaper1981.blogspot.com.

Desejados!!!

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

2008: Uma odisséia no blog

Rapidinho:

1 - Ui, a Amy de topless. Peitcholas bonitinhas. Sei lá. Praia é tão saudável, não combina com ela XD
2 - Quero tanto ver Crepúsculo, mesmo que as pessoas achem uma bobageira. Eu que pago o meu ingresso, néam.
3 - Madonna no Brasil: fiquei tão decepcionada. Por não ter ido nos shows (e quem disse que eu iria?). Por ela bancar a benemérita mãe adotiva de crianças africanas (ainda que, dizem por aí, ilegalmente) e fazer inúmeras exigências RI-DÍ-CU-LAS. Segue abaixo:
a) apenas 13 pessoas, todas integrantes de sua equipe, podem lhe dirigir a palavra.
b) uma frota com seis carros da marca Audi: um A8 blindado para ela, um Q7 blindado para os filhos, e cinco A6 para os seguranças (esses últimos sem blindagem).
c) a comida consumida pela diva, que mantém uma dieta macrobiótica, será inteiramente preparada por uma empresa especializada, chamada Eat Your Hearts Out.
d) o camarim dos filhos deve ser decorado pela equipe que viaja com ela.
e) não sei quantos quilos de gelo para ela e os dançarinos colocarem nas pernas.
f) transformar o salão de festas do hotel onde ela vai ficar em academia de ginástica.


Ahã... vai dar tempo de ir pra ginástica com toda essa badalação. Aprende com a Angelina Jolie. Mas mudando de assunto...

Assisti 2001: Uma Odisséia no Espaço, que a Van me emprestou. Obrigada, Van! Sinceramente, se eu fosse renomear esse filme, ficaria assim "2001: Uma Odisséia no meio de porra nenhuma, com destino nenhum". Tudo bem, tudo bem. O filme tem lá o seu valor incontestável de clássico do cinema. Prometi que não leria nenhuma resenha do filme antes de postar aqui, só pra comparar o que eu achei do filme com o que os "críticos" acharam. Tipassim... méritos pelos efeitos especiais. Especialmente se levarmos em consideração a época de produção (1968, estava na capa). Em 1968 o homem ainda nem tinha pisado na Lua (eu acredito que ele pisou, e você?) - e por isso perdoa-se alguns erros científicos (a gravidade na Lua, e tem mais um que eu eu me esqueci, pra variar). Mas tenho que concordar com a maravilhosa representação do universo, com as proporções das naves... Lógico que merecia mesmo o Oscar de Melhores Efeitos Especiais. Mas precisava tanto? O que é aquela porra de viagem através de galáxias e universos, nem no finzinho do filme? Só consigo pensar em uma coisa: LSD. Ou vocês acham que os efeitos especiais dessa viagem foram inspirados no que? E precisava ficar tanto tempo "viajando" (se é que vocês me entendem). Por isso que dá pra dizer, sem medo de ser feliz, que esse filme é uma VIAGEM. Eu aguentaria tudo do filme - cenas arrastadas, músicas que acabam enjoando - porque a idéia da história era boazuda. Mas o final.... eu não perdôo aquele final.

Recomendo com força, pra quem:
a) tem todo o tempo do mundo pra assistir um filme
b) não tem problema com filmes que não tem um fim plausível/aceitável (oh, mas isso é que é o legal do filme. Meu filho, ficar trocentas horas na frente da TV pra ver AQUILO no final? Fala sério).
c) gosta de ficção-científica envolvendo universo, viagens espaciais, máquinas se revoltando contra humanos.
d) tem muita... MUITA paciência.

Pra não ficar feio pra minha pessoa, gostaria de deixar apenas mais um comentário (bom, no caso) sobre o filme: méritos pro momento do salvamento (fora da espaçonave - não vou entrar em detalhes por que talvez alguém possa não ter assistido): conseguiu me deixar ANGUSTIADA pra caralho. De me mexer freneticamente no sofá de tanto desespero e impaciência. Ute!

Vai!

Um comentário:

Van disse...

A Lu é a melhor crítica!