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A obra Vagabond of the Western World de Luciana Alves Bonfim foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não-Comercial - Obras Derivadas Proibidas 3.0 Não Adaptada.
Com base na obra disponível em dontfearthereaper1981.blogspot.com.

Desejados!!!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Premonições: será?

Acabei de ver Fantástico enquanto corrigia os testes dos alunos. Na verdade, não VI, OUVI. Esperei o programa inteiro para chegar a hora em que eles falariam sobre premonições. Alguém mais aí assistiu?

Bom... eles tentaram explicar como as premonições estavam ligadas ao cérebro. Até aí tudo bem, eu concordo. Em situações que podem trazer risco, a gente sente medo e espera que algo ruim aconteça - é instinto. Quando algo de ruim realmente acontece, dissemos que tivemos uma premonição, mas na verdade é o medo que faz com que tenhamos essas premonições. Estão me entendendo?

A gente sente medo sempre que algo de ruim pode acontecer, mas só dissemos que tivemos uma premonição quando algo de ruim realmente acontece. Daí não é premonição. É a probabilidade se confirmando. Até aí, tudo bem. Tudo cientificamente explicado.

Mas... o que dizer de determinadas situações que a gente VIU acontecer? Não me refiro a situações que nos contaram, mas situações que a gente VIVEU de verdade? Você não tem como negar que aquilo aconteceu, você sabe que aconteceu. E sabe que não tem nada a ver com a explicação científica do Fantástico.

Eu detesto quando meu irmão vai tocar algum baile de carro, e não com o ônibus da banda. Também detesto porque, de vez em quando, ouço ele dizendo "Lu" ou "Mãe" quando eu sei que ele está muito longe. Mas nunca aconteceu nada do tipo "premonição".

Em uma noite em que o meu irmão teve problemas, minha mãe acordou naquele momento e perguntou se ele ainda não tinha chegado. No dia seguinte, quando ele já tinha chegado em casa, ela acordou me dizendo, sem saber o que tinha acontecido, que não tinha dormido direito a noite inteira, que estava preocupada. Só foi saber o que tinha acontecido de tarde, quando meu irmão contou pra ela.  Eu explicaria isso usando o argumento do Fantástico: minha mãe sabia que meu irmão estava fora, que estava com determinados amigos, sabia que esses amigos estavam acostumados a beber e dirigir, sabia dos acidentes e das maluquices de alguns desses amigos porque meu irmão contava, e só podia estar preocupada mesmo. Não foi um acidente que aconteceu, só pra não deixar suspense. Foi um cavalinho de pau que ele deu (provavelmente um dos únicos na vida dele) sem ver o carro de polícia estacionado na frente do posto de gasolina, do outro lado da rua, dããããr.

Mas o que dizer do outro "causo" que eu tenho pra contar? Aconteceu mais ou menos assim:

Minha nona morou com a gente a minha vida inteira. Lá pelos 95 anos de idade, quando ela já estava meio tantan e ficava com a minha boneca no colo cuidando como se fosse um bebê de verdade, ou dizia "boa noite" pro William Bonner e conversava altos papos com a Fátima Bernardes, aconteceu de, lá pelas três horas da tarde ela chamar a gente e apontar lá pra fora, no quintal. E dizia assim:

"Ma varda ti que coja horível, aquele ali embaxo daquele buraco! Por que ninguém tira ele de lá? Poverello! Não quero ver ele ali, tirem ele dali!".

A gente disse pra ela que não tinha ninguém ali. Ela coçou a cabeça com todos os dedos, como ela fazia, e disse "vá, vá, vá, bom, bom, bom..."que seria mais ou menos um "então beleza, não querem acreditar, não acreditem! Mais tarde, uma meia hora depois, ela disse apontou pro mesmo lugar e disse:

"Ma quem que é aquele ali suzinho dentro do caixón? Ma varda ti, poverello, ninguém vai ali com ele? Vai ficar suzinho, poverello? Ma vai ali alguém com ele."

Dessa vez ela falou "caixão". Duas horas depois, chegaram lá em casa pra avisar que o marido de uma das netas dela, talvez um dos que mais davam atenção pra ela, tinha se acidentado debaixo de um caminhão e morrido.

Só fomos lembrar da história da vó mais tarde. Só aconteceu mais uma vez: ela queria porque queria ver a irmã dela que morava no Sul. Um mês depois recebemos a notícia de que ela tinha falecido há quanto tempo? Um mês... bem quando a nona queria ter ido vê-la. Nos avisaram da morte dela um mês depois!

Eu teria vários outras histórias pra contar, mas essas eu não presenciei pessoalmente, então ficaria algo do tipo "alguém disse que aconteceu com tal pessoa..." e daí perde a credibilidade.

Mas enfim... coisas assim o Fantástico não explicou. E vocês? Acreditam nessa coisa de premonição - aquela premonições que não pode ser explicada cientificamente? Já tiveram algum tipo de premonição?

Eu não tive... e nem quero ter. Já me desfaço toda quando acho que ouvi a mãe ou o Fer chamarem meu nome - e sei que eles estão longe... imagina se algum dia, alguma coisa acontecer e eu achar que tive uma premonição? Nunca mais durmo tranquila nessa vida...

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Matamos a saudade do Emmer, e ele vem no próximo final de semana, yay! Emmer, caso voCê leia isso daqui: ENAD sucks, e vai dar tudo certo, você vai ver!

Van, do Bonitas e Bacanas, não soooooooooooooooooooooooome!

Van, minha Tulipete, adoro ir comprar coisinhas de menina com você! Quando vamos voltar ao BOSTIcário?

Saudade de visitar uma cidade que eu nunca visitei. Isso é possível?

Enfim... São Paulo ainda é líder, e eu adoro tudo isso! Eu sei que tá difícil, eu sei que a liderança pode mudar logo logo, mas deixa eu ficar feliz com o gostinho dessa liderança! Ia esquecendo de comentar sobre as três expulsões merecidas no último jogo do São Paulo. Já que não me esqueci disso, também não posso deixar passar o fato de, mesmo com três jogadores a menos, o Grêmio não conseguir marcar um golzinho sequer contar o SPFC. O que eu tenho a comentar sobre este fato? Simples:

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHAHAHAHAHAHAHAHA
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHHAHAHA
HAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHA

HAHHAHAAHHAHHAHAHAHAHA

HAHAHAHAAHAHAHHA

HAHAHAHAHAH

HAHA... ai, ai...

Boa semana pra todo mundo, gentes!

Um comentário:

Vanessa disse...

Medo de premonições.