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A obra Vagabond of the Western World de Luciana Alves Bonfim foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não-Comercial - Obras Derivadas Proibidas 3.0 Não Adaptada.
Com base na obra disponível em dontfearthereaper1981.blogspot.com.

Desejados!!!

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Ihihihihihihihihi...

Em primeiro lugar, uma "meia" desculpa pelo post anterior. Eu tenho amigos no RJ e não, não acho bonito o povo morrendo e sem lugar pra viver. Mas é foda acordar no susto lá pelas quatro da manhã por um vizinho carioca gritando a plenos pulmões o quanto ele odeia essa "gente caipira" da minha cidade. "Essa gente" caipira lutou pela UFPR que é, coincidentemente, de onde vem o sustento deste mesmo carioca lambão.  Portanto, a "meia" desculpa é porque a raiva tinha uma direção específica, e não geral contra os cariocas.

Mas o post hoje é para falar que  mulher, quando junta pra falar de homem, é uma coisa ri-dí-cu-la. Ihihihihihihihi! Os olhos brilhando e o sorriso que não consegue ser escondido não bastam, tem que ter as risadinhas ri-dí-cu-las. Ihihihihihihihih. Parecemos adolescentes de novo, ihihihihihihihi.

"Ai, sabe o [espaço para mímicas a fim de que ninguém entenda o objeto da conversa]? Então, não olha agora, mas ele tá parado aí do lado, ihihihihihihihihi!!!"

"Ain, não entendi, você tá falando do Fulano???? Ihihihihihihihihi"

"Ai, menina, cala essa boooooca, não fala alto desse jeito!!! Ihihihihihihi"

"Tá, então eu vou chamar de [apelido ri-dí-cu-lo para que ninguém consiga entender o nome do Fulano, mas que, claro, vai ser um apelido MUITO ÓBVIO e TODO MUNDO vai saber de quem se está falando], pode ser? Ihihihihihihihi"

"Ai, tá. Pode! Ihihihihihihihihih. Ain, nãoooooo, o amigo dele vai entender, ihihihihihihihihih"

Tudo isso dentro do ônibus, com curiosos sentados por perto, você não podendo explicar para a outra amiga que não tá entendendo nada sobre quem você está falando e está sentanda na outra fileira de bancos, porque o dito cujo do amigo do Fulano acabou de entrar no ônibus e sentar a apenas DOIS assentos e vai escutar TUDO, ihihihihihihihihihi. Pra piorar, ele é alto e consegue enxergar entre os bancos do ônibus, ihihihihihihihihihihi. E você sem poder apontar ou falar baixinho, com medo de que o amigo do Fulano possua uma habilidade de leitura labial avançada. Ihihihihihihihihihihi. E, como se não bastasse, o amigo do Fulano é um escroto total que, provavelmente, irá queimar a sua cara e a das suas amigas pro Fulano usando provavelmente as seguintes palavras:

"Cara, tem umas meninas muito bizarras no meu ônibus. Elas ficam lá falando de homens, usando códigos ridículos e dando risadinhas adolescentes."

E o Fulano:

"Que paia, cara. Deixa essas lôca pra lá, vamo ali beber uma cerveja".



Ai, porque eu não morro?



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2 comentários:

marihalves disse...

oAHohaOAHoahOAHOa me senti um tanto quanto "ofendida" por ser a mela conversa por causa desse meu tom de voz, mas dai-me um desconto, eu tinha algumas "beers" na cabeça. Da próxima vez tentarei códigos mais códigos, no sentido literal da palavra e não códigos escraxados ^^ hushaushaus

KahSilva disse...

KKKKKKKKKK!!Mulher é tudo igual,não importa aonde,se aqui ou no Japão,uma amiga minha de lá,tava falando sobre isso tb!
Aiaiai,que saudades dessas conversinhas!!
É tô ficando véia...
Beijos coloridos!!
Tô adorando seu blog,já favoritei!